Cap III - Um país pequenino chamado San Marino


Se acham que Portugal é pequenino, é porque ainda não viram San Marino!

O céu amanheceu ensolarado e a Vanessa com ressaca e enjoos. Ninguém foi com ela ao pequeno-almoço. Em vez disso, acordámos no que pensávamos ser a hora limite para ir embora. Afinal não era, de modo que nos deu tempo para pequenalmoçar tranquilamente numa esplanada de praia. Eu, graças às minhas últimas experiênias de passagem de anos (viva Sagres!!) aconselhei a Vanessa a beber uma Coca-cola. Oque rapidamente sortiu efeitos positivos. Na praia havia pessoas de fato de banho e tudo como se fosse Verão!
Em San Marino o cenário era o oposto: chuva, vento e frio. Óptimas pizzas no entanto! E a cidade encantadora, pequenina nina nina nina mas majestosa no cimo das montanhas, olhando os montes, vendo o mar, ao longe...
É feita de pedra e ruas e vielas a subir, com lojas de óculos de sol e de souvenirs, de chocolates e vinhos, e mais lojas de óculso de sol!
A atracção principal (além dos óculos de sol e um quadro da Monalisa onde podemos pôr a cabeça) são as 3 torres. Das quais eu e a Alana vimos apenas uma, porque decidimos andar num elevador panorâmico que afinal era só elevador que vinha para cima e para baixo em 2 minutos. Serve para as pessoas mais idosas ou com carrinhos de bebé e crianças. Enfim, é destinado aqueles a quem custam mais as escaladas até ao centro histórico. E depois serve para se gastar 4.50€ e quase uma hora do pouco tempo que tínhamos. Não, é que nem sequer o usámos para subir ou para descer! Foi só para “passear” pelo ar…
Outra coisa que o País tem de bom é que as coisas são mais baratas porque são tax free. É pena é eu só ter descoberto isso quando já estávamos no autocarro para voltar, e a Matilde me mostrou o perfume Dolce&Gabana que tinha comprado por 50€ em vez de 80€. Bom, pelo menos eu comprei quase meio quilo de chocolate “made in San Marino” que só me custou 2€…
O regresso a casa foi curva contra curva non stop, como o resto da viagem em geral.
E quando cheguei a casa havia estórias do Menchaca para me dar as boas vindas. As amigas da Sícilia dele (que afinal não são da Sícilia são espanholas e ele conheceu-as na Sícilia) já lá não estavam. Mas na noite anterior tinham deixado um pequeno souvenir à porta, que coube ao Mnchi limpar e que o envolveu num longa conversa com a nossa adorável vizinha. Ela a dizer-lhe para não voltar a fazer aquilo e ele a responder que não, que tinham sido as amigas que não tinham a chave para entrar em casa e estavam muito “mal dispostas”. E a senhora a insistir para ele não voltar a fazer igual e ele a insistir que não teria qualquer prazer em chegar a casa e vomitar no tapete da entrada. Mas a dizer isto, e outras coisas sobre o nosso “raporto” com os vizinhos, no seu belo itanhol, enquanto o marida da senhora lhe falava em polícia e em fazer queixa ao caseiro (num italiano perfeito). Bom, ele conseguiu resolver tudo pacificamente e deu graças a Deus que as amigas não se lembraram de se pendurarem no corrimão e vomitar cá para baixo… E entretanto também descobriu que os nossos vizinhos, esses que derrubam as paredes cada vez que alguém se ri na nossa casa depois das 11, usam, os 2, aparelhos auditivos!!!

No dia seguinte chegou a família! Foram os anos do pai, celebrados com pompa e circunstancia, num tour guide personalizada por Siena. E com direito a jabtar num dos melhhores restaurantes da cidade (há que aproveitar quandos os pais nos vêm visitar), onde estavam a fazer apostas na cozinha em como nós seríamos polacos!
Não, somos portugueses. Brasileiros. Um pouco alemães.. um pouco espanhóis...

Afinal, o mundo é que é pequeno!!!

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