Deus fecha uma porta mas abre outra (nada de janelas)

Fui à procura do Grupo Erasmus. Encontrei. Bati à porta, não estava ninguém. Mas eu, inconformada, devo ter dado a sensação de que ia arrombar a dita cuja porta, com o horário que aparentemente é só para enfeitar.

Então, apareceu o rapaz do gabinete ao lado a oferecer os seus préstimos informativos e de actuação, se fosse o caso. Eu considerei a proposta, talvez pudesse ser o caso.
Foi um pensamento prematuro que durou pouco. Durou exactamente até eu ver o nome do gabinete ao lado. Chamava-se “Serviço de assistência e educação religiosa”.
O que eu queria era um acordo para festas com Erasmus.
Disse-lhe que não, que não tinha mesmo nada a ver.

Mas não consigo parar de pensar: será que foi algum tipo de sinal divino? (e porque carga de mar vermelho aberto em dois, é que o serviço de assistência e educação religiosa é paredes meias com o grupo erasmus)?

Comentários

Rui Coelho disse…
talvez a religião em barcelona seja assim uma outra coisa, muito cool.

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