Encontro (não) marcado

Estas coisas, não sei se será o fabuloso destino de cada um de nós ou a interpretação ambígua da lei das probabilidades.
Como é que no dia em que saímos com os óculos de sol, entra uma tormenta pela janela do comboio?
Como é que nos cruzamos justamente com as pessoas sem as quais a nossa vida não faria sentido?
Coincidências bruxas, eu não acredito nelas, mas que as há, lá isso há.

“Alejandra!”
Era definitivamente o meu nome a soar no meio das ramblas. Mas quem é que me estava a chamar? Quem é que me poderia estar a chamar?
Nããão! Tu? Como? Porque é que não disseste que vinhas? Um abraço e mais outro, só para ter certeza que é verdade. Parabéns
E eu que ainda esta noite sonhei que nos encontrávamos todas em Barcelona!
Ai que saudades!

Estas coisas, como encontrar no meio de Barcelona uma amiga de Erasmus que vive em Tenerife, no dia em que ela faz anos, são mesmo assim: fatalmente inexplicáveis e más a matemática!

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