Uma questão de fé?

A cidade deixou de ser cidade. Durante 5 dias foi um festival lotado com um palco em cada canto, desde os suspiros do mar aos pés do Colombo, até às torres infinitas da sagrada família. Electro-Rock, Celta-gaélico, italiano, espanhol, português, sueco, música à la carte, todas as noites e de graça.
Quem chegava de repente não sabia a sorte que tinha. As ruas com os castellers e os carrefocs, os museus de “portas abertas”, magia no castelo.
O sol não quis perder a festa e foram muitos os mergulhos que se recusaram a acabar com os últimos dias de Setembro.
Houve feriado, como não podia deixar de ser. Ainda não percebo como é que esta comunidade autónoma vai para à frente se de cada duas em duas semanas têm um feriado com fim-de-semana prolongado.
As celebrações encerraram com um magnânime espectáculo pirotécnico, onde as coloridas águas da font mágica dançavam com os fogos de artificio, numa coreografia de mais de meia hora, aos som de grandes clássicos do cinema. Sem palavras, sem fôlego que sobrasse para mais “AAahhh” e com muitos aplausos.
Assim se resume a Mercé, Santa Padroeira de Barcelona.
Oxalá a Câmara Municipal de Lisboa também tivesse tanta devoção ao Santo António.

Esta semana tudo voltou à normalidade e o super-mercado abriu todos os dias excepto Domingo, como manda o horário que está à entrada.
Mas, evidentemente, o próximo fim-de-semana já será novamente prolongado porque, quem é que adivinha?
Segunda-feira é feriado outra vez!

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