Um souvenir belga

(Acoselhável pôr a tocar)



Trouxe os chocolates com certificado de produção belga, trouxe a caneca para o tio e a boneca para a irmã. Trouxe o íman para o frigorífico e uma garrafa da cerveja chamada Diabo (Duvel). Trouxe o mapa do metro e o bilhete do avião abandonado na carteira. Trouxe o cartão de memória exaurido de fotos. Trouxe o que toda a gente traz, sem a mais branda chispa de originalidade.
Ou assim teria sido se eu não me tivesse cruzado com a única loja do centro de Bruxelas que, não sendo de souvenirs também não vende chocolates. E não, não era uma farmácia…
Era uma mistura de pop art com cultura musical e saberes geniais, tais como “I don’t need sex, life fucks me up every day”.
Enfim, era assim:



E eu trouxe este bocadinho para mim…

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