À lo grátis

Há quem use os descontos do supermercado, do posto de gasolina, do cartao FNAC, do cabeleireiro (ao décimo corte). Eu levo a pechincha mais além e assumo-me como uma utilitária regular do “grátis”, do “for free”, do “custo 0”. Tanto, que já nao me fico pelos bens essenciais como os jantares com bailarinos de breakdance e as mesas vip com garrafas de champanhe. Nao. Eu vou onde o grátis me levar! Completamente “free” para voar! Por isso este Sábado lá estava a marcar o sapatinho no campeonato do mundo de snowboard.
Visitas à neve: duas vezes na vida. Conhecimento geral do desporto em questao: -1.
Mas agora já sei que os competidores se chamam “riders” que têm 3 tentativas, que a última conta obrigatoriamente e que dao uns trambolhoes valentes e esfalfam a neve falsa que é um gosto. O problema é que depois de ver meia dúzia de saltos a coisa começa a ficar monótona. Portanto sugiro aos senhores juízes que em vez de penalizarem as caídas irregulares, as sobre-pontuem. Porque sao essas performances que arrancam emoçoes e aplausos da plateia! Penso em algo como: 2 mortais no ar seguidos de queda de cabeça pontuaçao máxima; queda de rabo ou coluna 5 pontos extra. E depois um bónus de 1 ponto por cada cambalhota no desenrolar da aterragem.
É só uma ideia, claro. Mas quem sabe assim no Campeonato do mundo de snowboard de 2012 consigam encher o recinto sem ser com entradas grátis.

Comentários

i disse…
sim! tou ctg nessa! adoro tudo o que é free ;)

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