A destacar


Azáfama é uma palavra curta para descrever as duas últimas semanas. Um namorado, dois trabalhos, uma colaboração com o jornal  i (que sai hoje!) e uma maré de eventos noturnos, diurnos, desportivos and so on.
Ah, e a eliminação do Barça na Champions mais a vitória  da Liga pelo Madrid não contribuíram para aumentar os ânimos.
No entanto, de toda essa panóplia de ocasiões, pedaços de vivência e celebraçoes, o que me apetece destacar hoje é um único objeto minimalista qb e de pouca, ou nenhuma, singularidade.
Porque é um objeto que me vai trazer mais benefícios do que as prendas do dia de St. Jordi. Os catalães não se contentavam com ter um idioma só deles, não, também tinham que ter o seu próprio dia dos namorados: 23 de Abril, St. Jordi.
É um objeto mais esperado que a Flower Power, a maior festa do ano em Barcelona, vinda diretamente de Ibiza com um inumerável atrelado de celebridades. Senti-me qual Paris Hilton, atumultuada pelos flashes dos paparazzi no tapete vermelho, com meu vestido às flores e um photocall dos Beatles de fundo. 







E não sendo tao glamoroso como o hippie chic da flower power, ou nem sequer como o simplesmente chic da final do Torneio do Godó, este objeto é largamente mais útil. Sim, o Nadal e o Ferrer protagonizaram um jogo do caraças, digamo-lo assim sem retóricas nem eufemismos, mas foram 3 horas e depois acabou-se. O meu objeto é de larga duração. E se não for, eu vou lá obsequiar a senhora da loja.


É um objeto que não me faz voar pelas memórias de quando eu mesma jogava torneios e comprava tops com melancias com os vales de roupa que ganhava, coisa que me lembrei ao ver jogar o meu conterrâneo e amigo Rui Machado, infelizmente eliminado na primeira ronda do torneio. Mas é um objeto que também tem asas!
Não é um objeto que me aproxime dos objetivos de negócio dos meus bares como as festas Erasmus, nem me vai trazer publicity como os eventos que estou a organizar com marcas chamadas grandes. Não se enganem, nada de compras a metade do preço, porque queremos os clientes vivos para se poderem embebedar como Deus manda com pintas, shots, cocktails e tudo mais a que têm direito e que nó temos em sotck.
E para desilusão final, este objeto não é tao surpreendente como o lançamento dos redbull de sabores, dos quais o meu preferido é, by far o da latinha, vermelha, nem como o esgar de espanto da minha amiga Natália ao abrir o seu presente de aniversário.  
Ficam assim resumidas, de grosso modo, estas as duas últimas semanas na cidade condal e é altura de revelar esse objeto tao especial, sobretudo porque é o que mais vai deixar a minha mãe orgulhosa da sua primogénita. O que calha mesmo bem porque amanha é dia da mãe.
Então cá vai: querida mãe, depois de meio ano a usar isto…


Comprei uma panela nova!

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