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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2013

Happy Valentine's!

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Oooh o dia de São Valentim. O dia de São Valentim é uma grande treta. Um invenção capitalista para atiçar o espólio comercial que reside nas nossas ínfimas profundezas superficiais. Porque amar, amar é todos os dias, com olheiras e hálito a sandes de chouriço se for preciso.   Isso sim, é amor! Agora o dia de São Valentim? O dia de São Valentim são balelas em forma de corações pirosos. São flores arrancadas da terra sem piedade e embrulhadas em papel pouco ecofriendly. São beijos e mãos dadas em todos os restaurantes que temperam com indigestão os pratos alheios. O São Valentim, esse pacóvio italiano, porque é que ele tem um dia? É só mais um estratagema oculto dos americanos contra os russos. Um bom catalão acrescentaria ainda que aqui o dia dos namorados é o dia de St. Jordi e o resto são "tonterias". Concordo plenamente. O São Valentim é tudo isso e mais! Quando não se está apaixonado. Quando não se tem quem nos envie flores ao trabalho, com chocolates e notas

E no terceiro dia fez-se o Carnaval!

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O Carnaval correu mal. Não levei com nenhum ovo podre na cabeça nem nenhum balão de água. Crescer tem destas vantagens (mas também não é garantia de sucesso). No primeiro dia nem chegámos a sair do carro porque não havia absolutamente ninguém mascarado. Só nós. E estávamos muito mascaradas. Pois claro, se é para mascarar é a sério, não é cá um chapeuzinho ou uns oculuzinhos de tirar e pôr. O que, não obstante, teria dado muito mais jeito. No segundo dia até havia mais umas almas mascaradas porém, sorte macaca, começou-me a doer a barriga e a festa teve de continuar sem mim. Eu que até estava tão jeitosa, vestida de menina da fórmula 1 com uns óculos cheios de estilo, que custaram 4€ na lojinha do chinês e com os quais, no escurinho da discoteca, não via um boi à frente nem se ele me aparecesse mascarado de Lady Gaga. Todas as fichas estavam, então, no   terceiro dia.   Pode ter sido o poder esotérico do 3, ou não, mas desta é que foi de vez. Carnaval em Sitges! Toda a gente ma

As penetras

A cultura do “grátis” é como o McDonalds, sabe bem mas tem vários efeitos adversos. Em Barcelona é relativamente fácil conseguir entradas grátis para uma vasto espectro de eventos, bem como para restaurantes, bares e discotecas. O que conhece quem conhece que conhece quem conhece leva-nos a todo o lado.   Foi assim que fomos, eu, a minha irmã e duas amigas modelos (detalhe que agora pode parecer insignificante mas que se revelará de suma importância mais adiante), ao jogo de Basquete do Barcelona contra a Montepaschi Siena.  É um clássico a que vou todos os anos. E todos os anos a minha querida Siena perde, forte e feio. Este ano não foi exceção, cabazada  de mais de 20 pontos. Porém, à diferença de outros anos, desta vez consegui entradas VIP. E o que são entradas VIP? São aquelas entradas que estão à beira campo estendidas, taco a taco com os jogadores, o que torna logo o jogo mais emocionante, mais que não seja porque a qualquer momento podemos levar com uma bola na tro

Improvements

Conversa imaginária sobre como a mim nao me serve uma qualquer melhoria de lifestyle. Nao, para mim tem de ser mesmo uma coisa em grande (em grandissimo!), para poder pagar um motorista. Mas enquanto a minha vida nao se engrandece, vou comprar o passe da TMB para este mês. Nota: a conversa desenrola-se em inglês porque a primeira frase é verídica e original. -          -  If riding the bus doesn't motivate a person to improve her status in life, then nothing will. -           - I know! I have this very same thought every day.   Every day that I’m running and walking up and down to get a bus or a metro, waiting for it to come, waiting for all the stops to pass by, standing up, smelling other people’s smell (not always good), fighting to breath , being too hot, being too cold, being mugged... -           - Why don’t you buy a car? -           - I can’t drive. -           - Get a driving licence! -           - I did. That's how I know I can’t drive.