Uma vitória que sabe a derrota

Andava o Barcelonismo a fazer contas à vida, ai se o Madrid ganhar, ai se o Madrid perder, ai se o Madrid empatar, esquecendo-se de um pequeno detalhe: o Barça tinha de vencer o Eibar.
O que parecia um dado adquirido transformou-se no pior cenário possível quando o Real vencia 0-2 e o FCB perdia 2-0. Falharam todas as bolas que havia para falhar, o Suarez não dava com a baliza nem a um palmo da dita cuja e o Messi deixou escapar um penalti.
Era uma hecatombe que se abatia sobre um Camp Nou meio vazio, o que foi logo uma premonição do desfecho pouco glorioso desta noite. As pessoas tinham tão pouca fé, que nem sequer foram ao campo despedir-se de Luis Enrique e da equipa.
Do lado do clube, também não houve um empenho extremado, apresentaram-se com os relógios dos placares de jogo fora de funcionamento. Ah e tal é o último jogo, não vale a pena mostrar os minutos. A mim, pessoalmente, parece-me vergonhoso que um dos melhores clubes do mundo feche a temporada com os dois placares de jogo avariados.
Mas o jogo avançou na mesma, o Barça lá deu a volta ao marcador (a muito custo) e o Messi recompôs a coisa com um golo daqueles que parecem saídos da Playstation.  Estava feito o 4-2, agora era só esperar que o Málaga ganhasse ao real. Mas, obviamente, não ganhou.  
O Real Madrid é o novo campeão de Espanha e com mérito próprio.

Já o FC Barcelona, à exceção daquela mítica “remontada” contra o PSG, esta temporada foi uma equipa apagada, em sintonia com os relógios do Camp Nou.

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