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A mostrar mensagens de Janeiro, 2018

Em cena no teatro: "Uma morte anunciada"

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Há duas coisas que me partem o coração: não poder comer um frasco de Nutella inteiro porque dá dor de barriga e ver salas de teatro meio vazias. Sendo que a parte que está meio cheia tem uma idade média superior a 50 anos o que quer dizer que, continuando assim, daqui a umas 3 décadas as salas de teatro vão estar completamente vazias e, muito provavelmente, fechadas. Digo eu, que não nunca fui boa a matemática, mas parece-me um cálculo lógico. Lembro-me de ir ao teatro desde que me lembro de me lembrar das coisas. Mas não me lembro se nesse então havia mais gente, o que me lembro mesmo é de uma carruagem em forma da abóbora a descer do teto quando o meu pai nos levou a ver a Cinderela. Foi um momento mágico na minha vida! O que eu sei é que hoje em dia o fenómeno da desocupação do teatro ocorre tanto em Portugal, como em Espanha. No Natal fomos ver a Revista do Parque Mayer e acho que havia mais gente no palco a atuar e a dançar que gente sentada no público. O Parque Mayer que foi um di…

Se o porte de arma fosse legal, não havia segurança social!

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Não havia não senhor, porque as pessoas entrariam aos tiros pela segurança social adentro. Uns quantos disparos pelo ar e logo víamos se não funcionava tudo como Deus manda, era trigo limpo farinha amparo, e talvez até um sorriso  de cortesia aqui ou ali! Estou convencida que se isto fosse como na américa, pressionar o gatilho para conseguir resolver uma gestão ou receber um subsídio (devido por lei mas bloqueado por alguma burocracia do “sistema”) seria uma coisa normal, e completamente justificada pela incompetência e falta de brio dos trabalhadores da segurança social. Pelo que pude observar em primeira mão até agora, a segurança social (espanhola) retém uma equipa de talentosos energúmenos, completamente inúteis, com altíssimos níveis de insensibilidade e percentagens únicas de desmotivação e despreocupação por fazer bem o seu trabalho. Sublinhemos que se chama segurança social, supostamente deveria estar do nosso lado e garantir a segurança da sociedade, porém, a visão desta institu…

Um fim de ano especial, com festa no Palácio Real!

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2018: dia 3. Continua tudo igual, não ganhei a lotaria de ano novo, nem a de Natal, basicamente porque também não joguei. Estou constipada, o que é sempre chato, mas começar o ano empapada em tosse e ranho é especialmente pessimista. Ainda assim, estou feliz e agradeço a Deus que o constipado só tenha atacado depois da noite de 31 de Dezembro (e muito provavelmente por causa dela), permitindo-me aproveitar o meu réveillon em Itália à grande, como a ocasião merecia. Adoro Barcelona, mas quando já conhecemos a cidade de fio a pavio, também cansa. Por isso, e pela inundação de turistas bêbados que aqui aterram com esta quadra, não queria absolutamente passar outro fim de ano na cidade Condal, queria fazer algo especial, ou diferente vá, algo diferente já me faria contente. Fiz as malas e pirei-me para Itália a 31 de Dezembro, pode-se dizer que passei o último dia do ano nas nuvens...  Disseram-me que íamos a uma festa num castelo. Mentiram-me. Era um autêntico palácio!  Chamava-se Reggia de…